
O que parecia ser um sucesso estrondoso no mercado financeiro brasileiro nada mais era do que uma gigantesca farsa armada para enganar investidores, reguladores e o cidadão comum que deposita sua confiança em bancos e fundos
O Banco Master, junto com a gestora Reag, montou um esquema de engenharia financeira criminosa que inflou artificialmente o patrimônio do banco, gerou rentabilidades absurdas no papel e, no fundo, serviu para mascarar riscos, desviar recursos e possivelmente lavar dinheiro – tudo isso enquanto captava bilhões com promessas de altos rendimentos.
Tudo começou com empréstimos generosos do Banco Master para empresas de fachada. Em abril de 2024, o banco concedeu R$ 459 milhões à Brain Realty Consultoria, uma companhia com capital social minúsculo e comandada por uma ex-funcionária da própria Reag. Dois dias depois, quase todo esse dinheiro – R$ 450 milhões – foi repassado para o Fundo Brain Cash, administrado pela Reag e criado apenas 20 dias antes, com um patrimônio ridículo de R$ 15 mil. Em questão de horas, o fundo multiplicou seu patrimônio em cerca de 30 mil vezes, um número que faz qualquer investidor honesto cair na gargalhada de incredulidade – ou de raiva.
O truque sujo continuou em ritmo alucinante: o dinheiro circulou em operações relâmpago por outros fundos da Reag, como D Mais e High Tower, em minutos. O ápice da fraude veio quando o fundo High Tower usou parte desses recursos para comprar títulos antigos e sem valor do extinto Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), que custaram cerca de R$ 850 milhões, mas foram registrados no balanço como valendo mais de R$ 10 bilhões! Essa supervalorização grotesca inflou o patrimônio de forma artificial, gerou rentabilidades estratosféricas – uma delas chegou a mais de 10 milhões por cento em 2024 – e criou a ilusão de que os fundos eram extremamente rentáveis e o Banco Master era sólido e líquido.
Na sequência, esses títulos supervalorizados foram revendidos entre os próprios fundos da Reag, fragmentando o dinheiro por camadas adicionais (como Anna, Astralo 95 e Growth 95), dificultando o rastreamento. Horas depois, quase tudo voltou ao Banco Master na forma de compras de CDBs do próprio banco, que pagava juros acima da média para atrair mais vítimas. Na prática, o banco se financiava a si mesmo, sem tomador real externo, enquanto os controladores e seus familiares enchiam os bolsos e ocultavam os verdadeiros beneficiários.
A Polícia Federal, o Ministério Público e o Banco Central finalmente desmontaram essa ciranda criminosa. O Banco Master foi liquidado extrajudicialmente no fim de 2025, e a CBSF (antiga Reag Trust) sofreu o mesmo destino em janeiro de 2026. Figuras como Daniel Vorcaro (dono do Master), seus parentes, e João Carlos Mansur (fundador da Reag) estão na mira, com buscas, bloqueios de bens e suspeitas de uso de laranjas. Há ainda indícios de ligações com o PCCh, o que torna o caso ainda mais grave.
Esse escândalo escancara o que conservadores alertam há anos: um sistema financeiro frouxo, cheio de brechas, permite que espertalhões de colarinho branco brinquem com o dinheiro suado de milhões de brasileiros. Enquanto o establishment finge surpresa e protege os poderosos, o povo – que confiou em CDBs e fundos – fica com o prejuízo. É hora de exigir punição exemplar, cadeia para os culpados sem escapatória, regulação rígida e fim da impunidade. Chega de fraudes bilionárias que enriquecem poucos e destroem a poupança de muitos. O Brasil precisa de moralidade, responsabilidade e proteção real ao trabalhador honesto!
O esquema do Banco Master e da Reag que multiplicou patrimônio em 30 mil vezes e roubou a confiança do povo#BancoMaster
– Diálogo Livreن (@dialogolivre) January 17, 2026
O que parecia ser um sucesso estrondoso no mercado financeiro nada mais era do que uma farsa armada para enganar investidores, reguladores e o cidadão comum. pic.twitter.com/wRIDJmN0n0
Publicado em 17/01/2026 12h30
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
Artigo original:
