
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos apresentou sua mais recente Estratégia Nacional de Defesa no dia 23 de janeiro de 2026
Nesse documento, o foco principal mudou: agora, a proteção da pátria e dos interesses americanos no Hemisfério Ocidental aparece como a prioridade número um, superando até mesmo o enfrentamento à China.
De acordo com o relatório de 34 páginas, o Pentágono coloca em primeiro lugar a segurança das fronteiras terrestres e marítimas dos Estados Unidos, a defesa do espaço aéreo nacional e a garantia de que o país mantenha acesso livre e seguro a áreas estratégicas importantes. Entre elas estão o Canal do Panamá, o Golfo do México (muitas vezes referido como Golfo da América em contextos estratégicos) e a Groenlândia.
A contenção da influência chinesa na região do Indo-Pacífico, que por anos foi considerada o desafio central, passou para o segundo lugar nessa nova abordagem. Essa mudança representa uma reorientação clara da política de defesa americana, com maior ênfase na proteção do “quintal” dos Estados Unidos e na redução de vulnerabilidades próximas ao território nacional.
A estratégia também destaca a importância de os aliados assumirem maior responsabilidade pela própria segurança, inclusive países vizinhos no Hemisfério Ocidental, como Canadá e México, além dos parceiros europeus. O objetivo é fortalecer a posição dos Estados Unidos em sua própria região, sem abrir mão de presença em outras partes do mundo, mas reorganizando as prioridades para colocar a defesa do continente americano em primeiro plano.
Essa nova diretriz reflete uma visão mais centrada nos interesses imediatos de segurança nacional e na reafirmação da influência americana no Hemisfério Ocidental, em um momento de crescentes tensões globais.
Publicado em 24/01/2026 10h22
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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