O exército dos estados unidos prepara-se para possível operação militar prolongada contra o irã

A Reuters citou duas autoridades norte-americanas dizendo que os militares dos EUA estão se preparando para a possibilidade de uma campanha militar contínua de várias semanas contra o Irã, um cenário que pode se tornar um conflito mais amplo e sério entre os dois países, se ordenado.

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De acordo com uma reportagem da agência de notícias Reuters, o exército americano está se preparando para a possibilidade de lançar uma campanha militar contínua que pode durar várias semanas contra o Irã

A informação vem de dois oficiais dos Estados Unidos ouvidos pela agência.

Caso o presidente Donald Trump dê a ordem para iniciar essa ação, o confronto poderia se tornar bem mais amplo e grave do que os embates anteriores entre os dois países. A preparação atual indica que as forças armadas americanas estão levando a sério a hipótese de um conflito mais longo e intenso, diferente de operações pontuais ou limitadas do passado.

Essa notícia surge em um momento de grande tensão nas relações entre Washington e Teerã, com declarações recentes do presidente americano reforçando a linha dura contra o governo iraniano. A possibilidade de uma campanha prolongada levanta preocupações sobre uma escalada significativa na região.

Enquanto isso, esforços diplomáticos continuam em andamento. Na semana passada, representantes dos Estados Unidos e do Irã se reuniram em Omã para discutir a retomada de negociações sobre o programa nuclear iraniano. Essas conversas começaram em um contexto de forte presença militar americana na região e de declarações duras do presidente Trump.

Na sexta-feira, 24 de fevereiro de 2026, o Pentágono enviou mais um porta-aviões ao Oriente Médio, acompanhado de milhares de militares adicionais, caças, destróieres com mísseis guiados e outros equipamentos de ataque e defesa. Essas movimentações mostram que Washington está reforçando simultaneamente as opções militares e as diplomáticas.

Em discurso recente para militares na Carolina do Norte, Trump afirmou que chegar a um acordo com o Irã é extremamente difícil e declarou: “Às vezes é preciso haver medo. Isso é a única coisa que realmente resolve a situação”. A porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, reforçou que “todas as opções estão sobre a mesa? e que as decisões serão tomadas com base nos interesses nacionais e na segurança dos Estados Unidos.

A preparação atual é bem mais complexa do que a operação “Martelo da Meia-Noite”, realizada em junho do ano anterior, quando bombardeiros furtivos americanos atacaram instalações nucleares iranianas diretamente a partir do território dos EUA. Naquela ocasião, o Irã respondeu com um ataque limitado contra uma base americana no Catar. Agora, uma nova operação poderia atingir não apenas alvos nucleares, mas também estruturas do governo e de segurança do regime iraniano.

Especialistas alertam que uma ação desse porte traria riscos muito maiores para as forças americanas. O Irã possui um vasto arsenal de mísseis balísticos e de cruzeiro, capaz de atingir bases dos EUA em países como Jordânia, Kuwait, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Turquia. Oficiais americanos já consideram provável uma retaliação iraniana, o que poderia desencadear um ciclo de ataques e contra-ataques, com risco de expansão do conflito por toda a região.

O Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (Guarda Revolucionária) já declarou publicamente que, em caso de ataque ao território iraniano, todas as bases americanas na região se tornariam alvos.

Ao mesmo tempo, Trump tem feito declarações contundentes, inclusive manifestando apoio à ideia de mudança de regime no Irã, afirmando que seria “o melhor que poderia acontecer? após 47 anos de problemas e prejuízos para os Estados Unidos. Ele também confirmou o envio de uma força naval impressionante para a área.

O momento atual é marcado por uma combinação perigosa: negociações diplomáticas seguem em curso ao mesmo tempo em que há uma preparação militar intensa e visível. O futuro pode levar a um acordo nuclear ou, pelo contrário, a um confronto prolongado e de alto risco para toda a região. A principal incógnita permanece: quanto tempo o presidente Trump estará disposto a dar à via diplomática antes de optar por medidas mais drásticas.


Publicado em 14/02/2026 04h30


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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