
Na noite de 13 de março de 2026, os médicos Claudio Birolini (chefe da equipe cirúrgica), Leandro Echenique (cardiologista) e Brasil Caiado concederam uma entrevista coletiva no Hospital DF Star, em Brasília, onde o ex-presidente permanece internado na UTI
Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral, uma infecção que afeta os dois pulmões, com maior comprometimento no lado esquerdo, e de provável origem aspirativa. O quadro se agravou rapidamente durante a madrugada, com sintomas intensos como febre alta, calafrios fortes, falta de ar, vômitos, queda na saturação de oxigênio (que chegou a 80%) e pressão arterial reduzida (9 por 5), o que é preocupante especialmente para um paciente hipertenso.
Os médicos explicaram que os calafrios indicam que a bactéria entrou na corrente sanguínea, sinalizando uma infecção séria. A transferência rápida para o hospital foi decisiva para evitar uma piora ainda maior. No momento, o estado dele está estabilizado, mas continua delicado e extremamente grave. Há risco real de evolução para insuficiência respiratória, e, sem intervenção adequada, isso pode ser fatal.
Bolsonaro está consciente, recebe antibióticos por via venosa e suporte clínico não invasivo, sem necessidade de intubação até agora. Não há previsão de alta da UTI, e o tratamento deve durar pelo menos alguns dias para controlar a infecção e recuperar a função pulmonar. Os médicos destacaram que essa pneumonia foi mais grave do que episódios anteriores que ele enfrentou no segundo semestre de 2025.
A situação exige monitoramento constante na UTI, e a equipe reforça que, apesar da estabilidade atual, o risco de complicações graves persiste.
Publicado em 14/03/2026 13h31
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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