
Apenas poucos dias após um massacre anterior, o grupo extremista Forças Democráticas Aliadas (ADF) atacou novamente na noite de 2 de junho de 2026
O alvo foi a vila de Mbau, localizada a cerca de 20 quilômetros da cidade de Beni, no leste da República Democrática do Congo. De acordo com informações iniciais, pelo menos 24 cristãos foram mortos, incluindo um pastor local e sua esposa.
O ataque aconteceu pouco depois de outra investida brutal na vila de Ngadi, a poucos quilômetros de distância, em 30 de maio, que deixou 15 mortos. Em menos de uma semana, os combatentes do ADF mataram mais de 40 pessoas na região de Beni e arredores. Além das mortes, vários civis foram sequestrados e continuam desaparecidos, o que aumenta o sofrimento das famílias.
Esses incidentes graves estão gerando grande preocupação com a segurança na área, que supostamente está protegida pelas Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC), com apoio do Exército de Uganda (UPDF) e de soldados de paz da ONU (MONUSCO). Muitos moradores se perguntam como os militantes conseguem atacar repetidamente em regiões com forte presença militar.
O analista político Edgar Mateso considerou a situação muito preocupante: “Não é normal que o inimigo consiga agir duas vezes na mesma área sem ser impedido, enquanto o local está sob controle total do exército regular e de forças aliadas.” Ele defende que o governo em Kinshasa precisa rever urgentemente sua estratégia contra o ADF no leste do país. Para ele, acabar com a violência desses grupos deve ser uma das principais prioridades nacionais, e não algo secundário, para que o povo da província de North Kivu pare de sofrer com um conflito que já dura tempo demais.
A população local está cada vez mais cansada e assustada. Muitos vivem com medo constante de novos ataques e buscam por parentes desaparecidos. Kasereka, pastor batista em Beni, resumiu o sentimento: “Para os cristãos de North Kivu, esses massacres são mais um lembrete da insegurança que assola a região há anos e atrapalha o nosso trabalho.”
A violência continua gerando dor profunda e incerteza para as comunidades cristãs da região.
Publicado em 11/06/2026 11h55
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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