O escândalo do Banco Master: laranjas, fraudes bilionárias e o desvio de recursos públicos

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Mais uma vez, o crime organizado e seus aliados no sistema financeiro mostram a cara de sempre: uma rede de corrupção, simulação de operações e uso descarado de “laranjas” para desviar bilhões em prejuízo dos investidores honestos e do sistema financeiro brasileiro

A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o próprio Supremo Tribunal Federal estão investigando a fundo o Banco Master, controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, e o que vem à tona é estarrecedor. Na segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro de 2026, as autoridades descobriram fortes indícios de que o banco montou um esquema criminoso sofisticado para manipular o mercado, inflar ativos sem valor real e lavar dinheiro em benefício próprio e de familiares.

O truque era simples e perverso: o Banco Master captava dinheiro do mercado emitindo CDBs com rendimentos altos e atraentes, para depois direcionar esses recursos a fundos de investimento dos quais o próprio banco era o único cotista. Esses fundos compravam notas comerciais e direitos creditórios emitidos por empresas de fachada – muitas delas controladas por “laranjas”, ou seja, pessoas sem patrimônio ou capacidade financeira para justificar movimentações milionárias.

Um exemplo escandaloso: Uma simples clínica médica, que fatura pouco mais de R$ 450 mil por ano, emitiu R$ 361 milhões em notas comerciais sem nenhuma garantia real. A responsável pela empresa não tem bens compatíveis e ainda recebeu auxílio emergencial na pandemia. Isso não é negócio, é fraude escancarada.

No total, o Master aplicou mais de R$ 3,5 bilhões nesses fundos suspeitos, sendo R$ 1,8 bilhão direcionados justamente para títulos emitidos por empresas ligadas aos próprios sócios. Em apenas dois meses, entre abril e maio de 2024, foram movimentados cerca de R$ 1,45 bilhão em operações que voltavam rapidamente ao banco por meio de resgates e transferências entre fundos como Astralo 95, Reag Growth 95 e Termópilas – muitos deles chegando a empresas de parentes de Vorcaro, como a Super Empreendimentos e Participações, do cunhado do banqueiro, que inclusive serviu para comprar uma mansão de R$ 36 milhões em Brasília com dinheiro do próprio banco.

A Polícia Federal não tem dúvida: existe uma organização criminosa dedicada à gestão fraudulenta, manipulação de mercado, uso de informação privilegiada, indução ao erro de investidores e lavagem de dinheiro. Tudo isso aproveitando brechas no mercado de capitais e na fiscalização frouxa – o mesmo tipo de fiscalização frouxa que a esquerda adora quando está no poder.

E não para por aí. O empresário Nelson Tanure também entrou na mira, com suspeitas de ser um “sócio oculto” e beneficiário de milhões em CDBs por meio de empresas interpostas.

Enquanto isso, o povo brasileiro – que confiou no sistema financeiro e viu bancos públicos como BB e Caixa terem que injetar bilhões no Fundo Garantidor de Créditos para cobrir parte do rombo – paga a conta. Haddad pode até falar em “maior fraude da história”, mas o que impressiona mesmo é como esses esquemas florescem justamente em períodos de governo petista, com consultores de luxo do calibre de Guido Mantega, Henrique Meirelles e até Ricardo Lewandowski passando pelo banco, e encontros marcados com o próprio presidente Lula.

O Brasil não aguenta mais essa roubalheira institucionalizada. É preciso investigação rigorosa, punição exemplar e o fim dessa cultura de impunidade que só beneficia os de sempre. O dinheiro do trabalhador não pode continuar sendo desviado por essa ciranda criminosa de laranjas, fundos fantasmas e banqueiros amigos do poder. Chega de conivência!


Publicado em 17/01/2026 06h50


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Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.


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