
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o regime iraniano matou cerca de 32 mil pessoas em um período relativamente curto durante a onda recente de protestos, destacando a brutalidade da repressão
Ele mencionou ainda que está considerando uma ação militar limitada contra o Irã, enquanto fontes americanas indicam que os preparativos militares já estão bem avançados.
Organizações como a Anistia Internacional alertam que pelo menos 30 pessoas, incluindo crianças, correm risco iminente de execução após participarem das manifestações de janeiro de 2025 – na verdade, os protestos mais intensos ocorreram no final de 2025 e início de 2026, mas o liveblog refere-se a eles como parte do mesmo ciclo de revolta. A Anistia exige a suspensão imediata e a anulação dessas sentenças de morte.
Nas ruas iranianas, o dia 20 de fevereiro marcou o 40º dia de luto por muitas vítimas, um período tradicional no Islã que transformou cerimônias fúnebres em grandes atos de protesto. Em diversas cidades, como Karaj, Isfahan, Hsgtak e outras, multidões se reuniram em rituais chamados de “rua da memória” ou “dança de luto”. As pessoas cantaram hinos nacionais como “Ey Iran”, aplaudiram, buzinaram e clamaram por liberdade, mesmo diante de forte presença de forças de segurança. Relatos mostram que as autoridades tentam impedir essas homenagens com motociclistas e outras medidas intimidatórias, mas a coragem popular persiste.
Histórias pessoais emocionantes emergem: o pai de Sam Afshari, um jovem de 17 anos baleado durante os protestos em Karaj e depois morto no hospital – supostamente por forças de segurança enquanto estava entubado “, descreve como o filho foi “finalizado” ali mesmo. Famílias enfrentam dificuldades para encontrar sepulturas, pois o elevado número de mortos levou a enterros sobrepostos, inclusive de crianças.
Analistas e programas da Iran International criticam o silêncio de clérigos e autoridades religiosas diante das mortes, o que estaria afastando ainda mais a população da religião organizada. Enquanto isso, no cenário internacional, o Pentágono evacuou centenas de militares de bases no Qatar e Bahrein para evitar retaliações iranianas. Imagens de satélite revelam que o Irã reforçou instalações nucleares em locais como Isfahan e Natanz após danos em confrontos anteriores, e realizou exercícios militares com a Rússia.
No Congresso americano, há pressões para que qualquer ação militar contra o Irã precise de aprovação congressional, com parlamentares destacando a ameaça contínua representada pelo regime: slogans anti-americanos, programa nuclear, mísseis balísticos, apoio ao terrorismo e a repressão interna feroz. O Exército dos EUA se prepara para operações que podem ser prolongadas.
No geral, a cobertura transmite um clima de urgência, solidariedade com os manifestantes e preocupação com uma possível escalada regional. As cerimônias de luto pelo 40º dia reacenderam a chama dos protestos, mostrando que, apesar da repressão extrema, o desejo por mudança e liberdade não desapareceu no Irã.
Publicado em 21/02/2026 12h45
Texto adaptado por IA (Grok) do original. Imagens de bibliotecas de imagens ou origem na legenda.
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